Alimentos tratados com defensivos fazem mal à saúde?

A aplicação de defensivos segue orientações técnicas aprovadas por entidades acreditadas nacional e internacionalmente para que não causem mal ao ser humano, aos animais e à natureza.


Estudos e análises extremamente rigorosos são desenvolvidos antes da liberação de qualquer produto a ser utilizado nas atividades agropecuárias. A missão da agricultura é gerar alimentos. É uma atividade vital para o ser humano.


No entanto, pragas que destroem lavouras são quase tão antigas quanto a própria agricultura, surgida há 10 mil anos. Hoje, em um planeta com 7 bilhões de habitantes, o mundo precisa de comida. E essa necessidade só cresce. As indústrias do setor têm investido fortemente na conscientização socioambiental dos trabalhadores do campo. É evidente que o ideal seria um mundo em que os defensivos agrícolas fossem desnecessários.


Tudo seria mais simples. A produção de alimentos seria mais fácil. Os custos de produção, menores. No entanto, desde o antigo Egito, onde foi inventada a agricultura, sabe-se que existem pragas que destroem lavouras e espalham a fome.


Saiba mais: 


http://www.fao.org/fao-who-codexalimentarius/codex-home/en/


http://www.agricultura.gov.br/internacional/negociacoes/multilaterais/codex-alimentarius


http://www.inmetro.gov.br/qualidade/comites/codex_ccab.asp


http://boaspraticas.org


http://agriculturaconsciente.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Manual-boas-praticas-agricolas-PAS.pdf



Na sua casa, você vive sem inseticidas?

Periodicamente, é preciso aplicar nas nossas casas algum produto para nos livrarmos de insetos, como baratas, pulgas, mosquitos, formigas e, em casos mais extremos, até mesmo ratos. Nem por isso, tem-se notícia de que pessoas morram em consequência deste uso, desde que sejam seguidas as determinações contidas na embalagem. Animais domésticos, como cães e gatos, também precisam de anti-pulgas e outros cuidados. O mesmo ocorre no campo.


Sem o uso de defensivos, as lavouras tornam-se alvo fácil de fungos, insetos e diversas doenças. As perdas podem ser totais. É preciso considerar a dupla face do problema: o prejuízo de quem trabalha no campo, já que a atividade agropecuária é o ganha-pão de milhões de pessoas (ver número exato), e também o do cidadão, que não pode ficar sem alimentos a preços acessíveis.

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